Outubro Rosa – HPV e os Riscos Específicos às Mulheres

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Ao longo das últimas postagens, trouxemos várias informações sobre a prevenção aos HPV (Papilomavírus Humano) e sua relação com o câncer, principalmente aqueles que afetam as mulheres, uma forma de levarmos adiante a campanha do Outubro Rosa. Todas as dicas as informações estão de acordo com uma fonte segura, o INCA – Instituto Nacional de Câncer.

Nesta última postagem, as dicas são sobre como essas doenças afetam as mulheres.

Para conferir os posts anteriores, clique aqui.

 

Existe risco de má formação do feto para mulheres grávidas infectadas com HPV?

A ocorrência de infecção pelo HPV durante a gravidez não implica má formação do feto.

 

Além da infecção pelo HPV, há outros fatores que aumentam o risco de uma mulher desenvolver câncer do colo do útero?

Fatores ligados à imunidade, à genética e ao comportamento sexual parecem influenciar os mecanismos ainda incertos que determinam a regressão ou a persistência da infecção pelo HPV e a progressão para lesões precursoras ou câncer.

Desta forma, o tabagismo, o inicio precoce da vida sexual, o número elevado de parceiros sexuais e de gestações, o uso de pílula anticoncepcional e imunossupressão (causada por infecção por HIV ou uso de imunossupressores) são considerados fatores de risco para o desenvolvimento do câncer do colo de útero.

A idade também interfere nesse processo, sendo que a maioria das infecções por HPV em mulheres com menos de 30 anos regride espontaneamente, ao passo em que acima dessa idade a persistência é mais frequente.

 

Como as mulheres podem se prevenir do câncer do colo do útero?

Com a vacinação contra o HPV antes do inicio da vida sexual e com a realização do exame preventivo (Papanicolau ou citopatológico), que pode detectar as lesões precursoras. Quando essas alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas, é possível prevenir a doença em 100% dos casos.

O exame deve ser feito preferencialmente pelas mulheres entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram atividade sexual. Os dois primeiros exames devem ser feitos com intervalo de um ano e, se os resultados forem normais, o exame passará a ser realizado a cada três anos.